Criptografia Clássica

  • Características: Complexidade menor que a moderna, geralmente baseada em interesse militar histórico.
  • Tipos Principais: Cifras de substituição e cifras de transposição.

Cifras de Substituição

1. Cifra de César

  • Utilizada no Império Romano.
  • Cada letra é substituída com base em um deslocamento (chave ).
  • Exemplo: Com , ‘A’ vira ‘D’.
  • Exercício Resolvido:
  • Se o texto cifrado for “JWKF” com , o plaintext é “GTHC”.
  • Se “ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ” vira “FGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZABCDE”, a chave .

2. Cifra de Vigenère

  • Evolução da Cifra de César que utiliza uma tabela de conversão e uma chave (string).
  • Exemplo:
  • Plaintext: UFABC
  • Key: GTHCG
  • Ciphertext resultante: AYHDI

Como resolver em CTFs?

  • Brute force (Google, CyberChef, dCode).
  • Construção de scripts do zero.
  • Análise de Frequência: Analisar a previsibilidade das letras no idioma.

Cifras de Transposição

  • Não alteram as letras, mas sim a sua posição (permutação).
  • A chave pode ser uma regra ou uma string.

1. Transposição de Colunas

  • Organiza-se o texto em colunas baseadas no tamanho da chave.
  • Exemplo: Plaintext “BOMDIAGTHC”, Ordem 3 (chave 312).
  • Resulta em Ciphertext: MBOADIHGTC
  • Exemplo Colunar: Chave “RAUL” (4 colunas) para “OLA AMIGOS” resulta em OAOLMSAIX GX.

2. Rail-Fence

  • Trabalha com matrizes e “trilhos”.
  • Plaintext é lido diagonalmente e o Ciphertext horizontalmente.
  • Chave = Número de linhas/trilhos.